domingo, 15 de abril de 2012
Dezesseis minutos
domingo, 4 de março de 2012
For You
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Don't Panic
- Mas só agora pôde perceber? Não há mais tempo, escolhi um outro caminho que me distancia de ti...
- Ora, se a mudança te fará feliz, o que mais a impede? Magoar a si mesmo para agradar a outro é o pior que se pode fazer.
Trocaram alguns beijos, carícias, abraços e, logo em seguida, afastou-se dela. Caminhou até a beira da praia onde acendeu um cigarro. Um pouco angustiada, resolveu aproximar-se:
- Você também teve culpa, talvez o único culpado! - exclamou enquanto o estapeava e chorava - Agora quer pôr toda a culpa pra cima de mim? Covarde! Sempre fora um tremendo de um medroso.
- Não é verdade, não me julgue desta forma - respondeu enquanto tentava abraçá-la - Sempre quis o teu melhor, e o teu melhor talvez não fosse a meu lado. Não naquele momento.
- Era vidente, pai de santo ou coisa do tipo?! Como ter medo de arriscar a felicidade? Deixar a chance pedir licença para ir embora? Covarde!
Soltou-se dos braços de Fernando e correu para mergulhar na morna água de verão, durante uma noite quente, numa tentativa desesperada de lavar todas as mágoas e sofrimento, como fora aconselhada por sua avó, ''Nada melhor que um bom mergulho na praia, mas só durante o verão e à noite, pois a água estará morna, bem diferente de ti, que está fria, inanimada. Vá! Não perca tempo. Tenha o mar como uma válvula de escape, algo que te trará, momentaneamente, a felicidade. Lave o corpo, a alma. Chore. Deixe tuas lágrimas se misturar com o mar, pois não será notada. Busque a felicidade nas coisas mais simples, não num amor de conto de fadas."
Jônatas Mário Morais
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Um dia
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Viver, Verbo Infinitivo!
algo ainda desconhecido,
que ainda está por vir
e pulsa dentro de ti.
Falta-te carinho,
tudo o que precisara ter:
Amor!
Falta-te coragem,
força para arriscar,
para tentar a felicidade.
Falta-te passos largos
a caminho da vida,
pois é viver ou viver.
Não aguarde um ''Venha'',
muito menos um ''Vamos'',
adiante-se a tudo e dê um ''Estou indo'',
um belo pulo para a felicidade,
dê um ''Fui!'', acompanhado de um sorriso e um amor que logo logo chegará.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Due
Jônatas Mário Morais
domingo, 11 de dezembro de 2011
Diálogo ou monólogo - Parte II
- Não, não. Aqui é o Paulo. Quem fala?
- Ah! é um amigo dele... O Fernando.
- Prazer, sou o primo dele. Quer deixar recado? Ele foi dar uma volta na praia.
- Nada demais. Só diz que estou mudando de cidade, e ele tem que pegar as roupas, os livros, as cartas e tudo mais que me faça lembrar dele. Diz também que mandei um forte abraço, e que tão cedo não nos veremos.
- Tranquilo. Darei o recado. Boa viagem.
- Obrigado.
Jônatas Mário Morais
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Calmaria
Acabei por jogar todo o amor em sentido oposto ao meu caminhar, e o vento encarregou-se de encobri-lo com areia. E o mar envolveu-me de tal maneira que afagou meu espírito, meu corpo. Flutuei por sobre as marolas calmas e tranquilizantes que ousavam tocar-me o corpo. Descansei em paz durante séculos, tão somente a tua espera.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Parte de nós
Jônatas Mário Morais
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Infinito
Já não há palavras no peito,
nem amor.
E tudo ficou perdido na imensidão do tempo.
Jônatas Mário Morais.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Traços à noite
Jônatas Mário Morais.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Café e amor
Corri imediatamente para o banheiro, na esperança de permanecer em silêncio, sem fumaça, barulho de trânsito e os gritos daquela louca que invadiu minha casa. Em vão. Começou a bater e soltar os palavrões mais assustadores. Permaneci ali. Acendi um cigarro, o único que sobrou. Porque os outros foram jogados na lata do lixo, minutos antes do caminhão passar, às sete da manhã de sexta-feita.
O fim de semana estava sendo muito bom, mas para ela. Afinal, conseguia despejar todas as angústias que sentia. Mesmo eu não sendo o culpado das desilusões que vinha tendo em casa e na faculdade. Pois dizem que o namoro tem que permanecer firme em todos os momentos, até naqueles em que uma das partes está confusa, deprimida, e, pior que tudo isso ser mulher e, consequentemente, estar na fase da tpm.
No entanto, nunca soube que eu guardava uma garrafa de vodka no fundo do armário do banheiro. Não só vodka, mas uísques e uns charutos. Mas não havia copo. Puta que pariu! Como pude esquecer do copo? Afinal, detesto beber diretamente na garrafa.
Vasculhando o armário acabei encontrando um antisséptico bucal. É, pode parecer porco, mas é álcool por álcool.
- Abra essa porta, canalha! - gritou com toda a força - Que cheiro é esse? É vodka? Charutos?
Não respondi. Continuei bebendo e fumando. A fumaça escura do cigarro tornando o espaço denso, carregado. Passei para o charuto cubano, ah! maravilha. Uma vibe positiva, mesmo com toda aquela algazarra.
- E agora, já passou pro charuto? Você é um verme! Pensa que me engana? Porra, saia deste banheiro, filho de uma puta! Vambora! Vai ficar fugindo?
Socava a porta e, logo em seguida, seguiu para o quarto. Pegou uma maço de cigarro, correu para a varanda e sentou-se no muro. Aos prantos, chamava-me suavemente, um pouco rouca também.
Tenso é saber que só por causa de uma namoradinha de infância ter pedido um selinho - como fazíamos quando criança - próximo ao meu trabalho, no shopping, ela encasquetou que estávamos tendo um caso. Puts! Mulher é foda.
Depois de alguns goles de uísque, acabei por ficar um pouco frágil, meloso e fui abraçar, beijar e dar o velho ombro amigo - como tem que ser, não? -, como bom namorado que sou.
Levei junto a garrafa de vodka e uísque. Mas não divido meus charutos com ninguém, não mesmo! Bebemos, brincamos, rimos e assim passamos a noite inteira de sábado, deitados na varanda ao som de Cazuza:
"Pra que buscar o paraíso
Jônatas Mário Morais
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Páginas em branco
No entanto, hoje é diferente. Esqueci de repor o estoque, supermercado fechado, mercadinho fechado e não há nenhum vendedor autônomo com a banquinha-tem-de-tudo. Afinal, são três da madrugada de domingo e tem festa lá no centro, já que hoje é o aniversário da cidade.
Além do cigarro, costumo beber uísque ou coisa mais forte, mas não estou disposto para isso. Sem desejo, sem ânsia de embriagar-me. Pois bem, só sei que estou depressivo, dor de cabeça e uma vontade enorme de permanecer deitado, com o rosto afundado no travesseiro, a cintura envolvida com o lençol e continuar neste ritmo até que eu canse.
Nada, absolutamente nada dos meus costumes estão sendo postos em prática desta vez. Estou me estranhando. Será evolução? Ou será um enorme vazio dentro de mim que você deixou? É, talvez seja isso.
Mas esse sentimento vai além, me corrói a alma, faz com que eu atrite meus dentes uns com os outros, que eu roa as unhas e que sinta arrepios descontroladamente.
O caderno que costumávamos escrever tudo aquilo que era importante para nós, não está mais dentro da nossa caixa de nostalgia. Também não está em nenhum lugar da casa. Deve ter sido jogado fora junto com os dizeres postos em cartas no formato de coração.
Na verdade, era tudo uma puta merda. O que não era uma puta, era uma merda e vice-versa. No fim, sempre acabávamos bem... Bem cheios de ódio, um desejo louco de dizer palavras de baixo calão e tudo o que viesse no momento de raiva.
Apesar de tudo, este é o único momento que me sinto completamente frágil, fraco e inseguro. Nunca dissemos “acabou”. O que falávamos era “acabou por hoje, por essa semana ou por esse mês”. Mas nunca, nunca dissemos “acabou”, de forma fria e única.
Está acabando também a minha força, a vontade de continuar respirando, andando, comendo, vivendo. Ficar sóbrio e sem fumar é demais para mim. Tudo fica tão real. É tudo mais impactante.
Jônatas Mário Morais
quinta-feira, 3 de março de 2011
Mentira é para os fortes
Mentir é coisa dos deuses, amor. Mentira é para quem é forte. Eu nunca menti, sou fraco. Nunca menti pra você, pro Paulinho, Paula ou Patrícia. Nunca menti pra ninguém. Sou fraco, amor.
Pensei em mentir, mas só de pensar me enfraqueço mais. Só de pensar em mentir que pensei em mentir um dia, eu morro. A fraqueza é intensa, forte, completamente dominante.
Eu não minto, acredite. Mentir é privilégio dos fortes, dos que não amam, dos que não sentem um vidro entrar nos pés e, se sentir, não choram.
Mentir é para os fortes, amor. Acredite. E você sabe, eu nunca fui forte.
Jônatas Mário Morais.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Treze 10
As mãos tentam impedir a todo custo uma aproximação ousada, que demonstre uma intenção mascarada pela generosidade.
Os dedos chegam cada vez mais perto, cada vez as mãos trêmulas, um pouco úmidas, tocam-lhe uma pequena parte do braço direito.
Desperta rapidamente de alguns segundos de cochilo; afasta a cabeça da janela; abre os olhos assustados; suas mãos buscam a bolsa, o caderno e alguns livros. Ele, não muito diferente, também se assusta com a reação dela.
Não queria tê-la acordado de tal maneira. Apenas sentir-lhe um pouco, antes de preocupar-se efetivamente com um possível mau jeito no pescoço.
- Perdão, não queria te acordar de tal maneira. Explicou, timidamente, o jovem.
- Não, não foi nada. Estava na hora de acordar. Desço daqui a dois pontos.
Depois de um curto diálogo os olhares se perderam.
Levantou-se. Obrigada a olhar nos olhos dele - já que o ônibus estava cheio e ele estava em pé na frente dela - pediu licença. Os lábios pestanejaram, a fala impedida de entrar em ação por causa da sintonia, um medo a dois.
- Claro, pode passar.
Respondeu o rapaz moreno, alto e charmoso – os adjetivos gritavam do pensamento dela, eu ouvi nitidamente.
Fizera questão de deixar visível o horário da faculdade – talvez na esperança de que ele fosse visitá-la, convidá-la para uma balada, ou quem sabe para sua casa. Passou vagarosamente pelo rapaz, o prazer tomava conta. Queria sentir o perfume, a pele, o tórax.
Mesmo com tamanha timidez, passou a barba nas costas da garota assanhada. Arrepios. Caminhou em direção a saída e despediu-se contrariada, com um sorriso avassalador.
Jônatas Mário Morais.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Adeus, primavera!
Deveria tê-la abraçado por mais tempo. Impedido que o vento deixasse-a mais fria. Deveria ter olhado nos olhos, sentido o perfume, me sensibilizado com a pele – sussurrou cabisbaixo, sentado no terceiro degrau em frente a sua casa. Sustentava a cabeça com o braço trêmulo. Tinha um olhar inquieto, uma respiração medrosa, mãos pálidas.
Lembrava-se constantemente da tarde nublada, mal vivida. Passava um curta-metragem: os passos acelerados, mãos tensas. Seus olhos buscavam algo ou alguém. Encontraram. Não acreditaram. Mas estava ali. Tímida. Braços voltados para baixo, dedos entrelaçados. Uma calça jeans; blusa lilás com estampas florais; sandália fechada com um laço. Percorreu todo o seu corpo, não deixou passar nada despercebido.
Descambou para uma sala vazia. As paredes pareciam cercá-lo, sufocá-lo, pressioná-lo a sair dali. Pernas bambas, tão bambas e bobas quanto ele.
Estavam dentro de um mesmo prédio, dentro de um mesmo dilema, confusão. Paixões. Diferentes, ardentes, assustados. Ela por estar num lugar estranho, sozinha dentro de si. Olhos vibrantes, corpo tenso.
Voltou. Desenhou cada gesto, cada ação que daria. Pôs em prática, mas não conseguira perfeição. Ansiedade. Cada vez mais próximo. Perfume. Fechou seus braços em torno dela, fechou seus olhos, entrelaçou seus dedos. Pulsação. Voltou-se para ele. Olhares. Ofereceu-lhe um abraço. Aceitou sem pestanejar.
Admiraram-se durante alguns segundos. Sem mais ter o que falar despediu-se momentaneamente dela. Tchau, disse quase sussurrando. Balançou a cabeça como se quisesse que ele voltasse, que permanecesse ali e apresentasse-a àquele mundo novo.
Voltou rapidamente para a sala. Sentou-se e pôs-se a pensar nas próximas ações. Lembrou-se de percorrer o prédio, conversar com alguns amigos, tentar passar o tempo e esquecer por algumas horas que ela estava ali. Afinal, não pudera fazer nada mais do que já havia feito.
Eram dois jovens aparentemente imiscíveis.
Conversou, riu, distraiu-se. Dentro de uma das salas disponíveis juntou-se com amigos e pôs-se a falar bobagens - coisas de adolescente. "Prefiro a morena", declarou o ruivo magro a todos da sala. Referia-se a uma das visitantes que fora prestigiar a apresentação musical de uma amiga. Assim que ouviu ‘morena’, deu-se conta de que havia passado duas horas e já era tempo de retornar para o térreo, onde já deveria estar.
De dois em dois degraus. Olhos arregalados, pernas nervosas, coração acelerado.
Viera de encontro a ele. Sentaram-se num muro baixo. Abraçou a bolsa, mas o desejo era de olhar bem no fundo dos seus olhos, apertar seus dedos contra os dele, passear por cada parte de seu corpo e dizer-lhe, "Perdão. Menti todo esse tempo. Tudo que faço é perder tempo, uma ilusão. Talvez, agora eu perceba, joguei fora uma doce paixão."
Controlou-se. Fixou seu olhar na multidão, uma multidão que a deixava impaciente - quanto barulho. Centenas de pernas, braços, bocas, orelhas... Centenas de vozes.
Algumas falas – àquelas que são ditas quando estão sem jeito, ou sem coragem:
- Imaginei que não viesse.
- Pois é, estou aqui - respondeu friamente.
O tempo, que não poupava esforços, demonstrava deleite.
Um minuto por segundo, uma hora por minuto.
À tarde se despedindo, os amigos se despedindo.
Adeus, primavera.
Um pouco mais soltos, próximos e amáveis.
Sempre à frente dele, segurou sua mão esquerda e pôs-se a puxá-lo para o outro lado da rua.
"Calma! Estou jovem para morrer", resmungou sorridente.
Papearam sobre ele, sobre ela, sobre os outros... Menos sobre os dois de uma única vez – se é que o leitor me entende – apenas conversas batidas, mastigadas, chatas.
Entre conversas, risos, uns segundos de silêncio, deram por si que o destino final estava ali.
Mudo. Mão direta no peito – talvez um hino, uma oração, um pedido - olhar no horizonte, sem coragem. Indo contra o seu desejo, aguardando um fim: que ela partisse de uma só vez dali.
Contraditório, também pensei.
Apressada, vasculhou a bolsa cheia de trecos e pegou o dinheiro da condução.
Mais próximos do fim. Um pouco distante o ônibus ousara acelerar mais e mais, indo, talvez, contra a vontade dos dois.
Adeus, morena!
Aberto os braços, os sorrisos. Um abraço apertado, com medo, com timidez.
Um adeus singelo, sem coragem, sem amor, sem paixão. Sem.
Tudo estava sem: sem sal, sem açúcar... Sem eles.
Adeus, um abraço apertado para guardar o momento. Um calafrio demorado para não esquecer jamais.
Adeus, morena! Adeus...
Jônatas Mário Morais.
sábado, 4 de setembro de 2010
Assim
Não quero uma noite chata. Quero sexo, quero bebida. Quero teu corpo. Quero o melhor motel. Vamos transar até desmaiar. Quero praticar todas as fantasias, usar de todas as maneiras teu corpo. Quero te usar até o último suspiro.
Jônatas Mário Morais.
Corre, Corrente, Corredor.
Mais uma noite de sábado aproxima-se. Junto com ela chega o vento, que avança pela janela sem pedir permissão. Este mesmo vento que tocou o rosto de tantos andarilhos.
Sim, este vento é diferente. Avança pela janela, acaricia o rosto, arrepia o corpo.
Este mesmo vento traz o perfume da minha amada. Traz a lembrança de uma tarde distante, de um abraço desconsertado.
A janela continua aberta, como uma televisão, ela mostra o mundo. Sem qualquer pudor me atrai para a perdição da rua, para as garotas devassas. Me apresenta para a noite da alegria, dos instintos selvagens e sexuais.
Fico sem ação diante de tantas mulatas, loiras, ruivas... tantas mulheres! É um aglomerado de coxas, bocas, braços, bundas... carne!
As pernas ficam bambas só de imaginar estar com uma daquelas... Ah, quantas mulheres! Mesmo estando diante de tanta carne, sinto que não estou contente. Mulheres, sexo, cachaça e música não são o bastante.
Preciso voltar pra casa, preciso sentar na cadeira em frente a janela.
Preciso sentir o vento acariciar meu rosto, sentir minha amada a meu lado.
Preciso voltar a minha companheira nostalgia.
Jônatas Mário Morais.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Mais cedo
Uma vez desfigurada pela minha desesperança,
Não tenha se desfeito.
Aguardo ansiosamente,
Mesmo sabendo ser impossível,
Abraçar-lhe profundamente...
Com todo o meu amor já existente.
Permeio vagarosamente,
Através dos teus retratos,
Cada traço perceptível.
Acalmo minha ansiedade,
Completamente desmedida,
Com as lembranças que deixastes.
Projeto todas as noites,
Talvez minuto por minuto,
Aquele singelo abraço que me deras.
Pinto teus lábios nestes versos,
Tracejo o teu corpo, o teu cabelo,
O teu ser incomparável.
Os mesmos dedos que aqui escrevem,
São os mesmo que um dia tocou-lhe o rosto,
São os mesmos que um dia ousaram acalmar-lhe...
Jônatas Mário Morais